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Qual é o papel da disrupção tecnológica no mercado? Veja exemplos dessas práticas

Uma economia de base tecnológica é aquela na qual todas as atividades, de finanças à educação, de saúde à alimentação, são realizadas por pessoas capacitadas para inovar e usar tecnologias para provocar crescimentos exponenciais na economia.

Todo grande momento de mudança carrega os seus sinais, mais ou menos sutis, e não é diferente com a economia de base tecnológica que, cada vez mais, ganha a atenção dos mercados.

Se todos os olhos se voltaram para esse novo universo econômico, os executivos de empresas se dividiram entre dois grupos. Enquanto alguns perdem o sono assistindo às rápidas mudanças do mercado, outros trabalham para inserir os seus negócios nesse novo mundo.

O fato é que, desde a forma como vamos ao mercado até a tecnologia espacial, nenhum setor vai passar inalterado por essa mudança. A disrupção tornou-se uma constante que precisa, principalmente, ser compreendida pelos líderes.

E se você quer entender mais sobre esses novos desafios da atualidade, continue lendo nosso conteúdo!

Qual é o conceito de disrupção?

A disrupção é uma força que quebra com a lógica existente para criar um novo modelo mais eficiente. Ou seja: uma inovação disruptiva acontece quando uma tecnologia chega ao mercado e muda a forma como as pessoas fazem as coisas, criando uma nova situação.

Podemos parar um momento para imaginar como deveria se sentir um artesão que, vivendo na Inglaterra agrária, no século XVIII, vivia de tecer roupas em um negócio familiar, de dimensão comunitária.

Sua rotina oscilava entre preparar o couro, retirar a lã da ovelha, tingir o material e produzir as vestimentas. De repente, passam a chegar das colônias matérias-primas em grande volume e a população passa a se agrupar em vilas que, adiante, dariam origem às cidades.

Então, é inventado o tear mecânico, que acelera a capacidade de produção, mas que não é acessível a esse tecelão. De repente, ele se torna um empregado em uma instituição estranha a todos e recém-criada: a fábrica – e seu mundo não voltaria a ser o mesmo.

Embora seja uma história comum, o que nos interessa nela é um detalhe: a vida do tecelão, a forma como ele comia, os problemas que tiravam o seu sono e o seu projeto de vida, tudo isso foi modificado pelos avanços tecnológicos da época.

E é aí que reside a disrupção: a capacidade de uma força externa, que surge para quebrar com a lógica existente e criar um novo modelo, mais eficiente. Como efeito, também aparece uma nova forma de pensar o mundo.

O que significa disrupção tecnológica?

O que significa disrupção tecnológica?

A disrupção tecnológica é o conceito que define a mudança radical provocada pelo surgimento de uma nova tecnologia.

A inovação, para ser considerada disruptiva, precisa apresentar três principais características: simplicidade, maior eficiência em relação ao produto ou serviço existente e um preço acessível.

Além de tudo isso, ela precisa colocar o cenário anterior em desuso e obsoleto, ou seja, ele para de fazer sentido porque existe algo melhor para substituí-lo.

Um exemplo disso é o surgimento do transporte aéreo comercial, que permitiu que pessoas e produtos fossem transportados pelo mundo de forma rápida e segura.

Outro exemplo é a invenção da internet, que modificou a forma como as pessoas se comunicam, compram produtos e serviços e, inclusive, trabalham.

Um terceiro exemplo é a criação dos smartphones, que trouxe uma série de inovações para o mercado, como os aplicativos. Eles facilitam a vida das pessoas em diversos aspectos, desde a forma de se locomover até o acesso às redes sociais.

Como dá para notar, os exemplos são muitos. A disrupção está aí, à nossa frente, e acontece com grande frequência.

Impacto da disrupção tecnológica no mercado

Quando novas questões e organizações surgem, as velhas instituições não cessam o seu trabalho. Muito pelo contrário, na verdade, ele se torna ainda mais árduo.

Gigantes do mundo financeiro discutem como realizar a migração de seus dados para a computação em nuvem sem perder a segurança e governos se debatem com desafios próprios, como a proteção de dados (LGPD, no Brasil).

Desafios novos, portanto, que se colocam para os gestores das organizações que querem se manter perenes. Onde estão, afinal, os profissionais qualificados para encará-los? Onde estão os espaços educativos que formam esses profissionais para um mercado em transformação?

E mais, diante de uma escassez grande de profissionais e um ambiente profissional tecnológico tão aquecido, como manter os funcionários mais criativos e engajados presentes em um longo prazo?

Essa necessidade se traduz, por outro lado, em oportunidade: profissionais que abraçam esse universo passam a ser cada vez mais cobiçados e são capazes de oferecer resultados impressionantes.

A boa notícia é que não há discriminação de área: médicos que saibam utilizar a I.A. para interpretar exames serão cada vez requisitados e professores capazes de usar metodologias computacionais para demonstrar um aumento de desempenho dos alunos também.

É por isso que, mais do que nunca, gestores de empresas precisam olhar para tecnologia como um caminho para inovação e resposta para os desafios que o próprio nicho de mercado gera.

Exemplos de tecnologias disruptivas

Agora que situamos você em relação ao tema, é muito importante trazer também exemplos de tecnologias disruptivas.

Ou seja, tecnologias capazes de trazer mudanças profundas na sociedade e na forma como as pessoas vivem e trabalham.

Algumas dos principais exemplos são:

  1. Inteligência artificial;
  2. Realidade aumentada;
  3. Internet das coisas;
  4. Pesquisas digitais de mercado;
  5. Blockchain;

A seguir, iremos trabalhar sobre esses conceitos!

Inteligência artificial